Carmen Hernández

Carmen Hernández

24 de novembro de 1930, † Madrid, 19 de julho de 2016

Carmen Hernández Barrera nasceu em Ólvega (Sória, Espanha), em 24 de novembro de 1930, filha de Antonio Hernández Villar e Clementa Barrera Isla, sendo a quinta de doze filhos (três dos quais morreram ainda pequenos). Foi batizada em 28 de novembro na igreja paroquial de Santa María la Mayor, em Ólvega. Quando tinha três meses de idade, mudou-se com a família para Tudela, retornando a Ólvega durante os períodos de férias.

Entre 1935 e 1945, estudou no Colégio da Companhia de Maria, em Tudela. Sua família, de origens simples, experimentou pouco a pouco um crescimento econômico graças ao espírito empreendedor de seu pai. Em 1945, mudaram-se para Madri e foi ali, no colégio Jesús-María, que Carmen prosseguiu seus estudos até 1948.

Os anos vividos em Tudela foram especialmente importantes para a vida de Carmen. De fato, na cidade, bem ao lado do colégio onde estudava, encontrava-se o colégio dos jesuítas “São Francisco Xavier”, por onde passavam regularmente missionários provenientes de diversas partes do mundo: Índia, Japão, América…, por meio dos quais o Senhor despertou nela o chamado à missão. Desde muito jovem, sentiu essa vocação, que procurou seguir com paixão, apesar dos conflitos com sua família; chegou inclusive a tentar fugir de casa várias vezes para partir para as missões, mas seu pai a impediu.

Cursou e concluiu os estudos em Ciências Químicas na Universidade Complutense de Madri, obtendo resultados brilhantes. Posteriormente, trabalhou em diversas empresas da família até que, em 1954, abandonou a promissora carreira que seu pai desejava para ela para seguir a Cristo, ingressando no Instituto das Missionárias de Cristo Jesus, fundado recentemente em Navarra.

Entre 1955 e 1956, realizou seu ano de noviciado no instituto missionário de Javier e, em 3 de outubro, emitiu seus votos temporários. Em 1957, ingressou na casa de formação das Missionárias de Cristo Jesus, em Valência, e iniciou seus estudos de Ciências Sagradas (Teologia), que concluiu em 1960 com uma monografia sobre “A necessidade da oração no pensamento de Pio XII”, obtendo a qualificação final de summa cum laude.
Em Valência, teve a oportunidade de conhecer o bispo Dom Marcelino Olaechea y Loizaga. Este, que já havia apoiado o nascimento desse Instituto Missionário quando era arcebispo de Pamplona, assistia agora as Missionárias em Valência e seria um guia precioso para Carmen.

Entre 1960 e 1961, residiu em Londres para estudar e aperfeiçoar seu conhecimento da língua inglesa, preparando-se assim para a missão à qual se sentia chamada na Índia. No entanto, no inverno de 1961, um telegrama de sua superiora a chamou de volta à Espanha, para Barcelona, onde chegou em janeiro de 1962. As superioras do Instituto, em razão de alguns desacordos internos, decidiram que Carmen e algumas de suas companheiras deveriam deixar o Instituto antes de fazer sua profissão perpétua, prevista para outubro.

Essa ruptura de seu projeto missionário, que lhe causou grande sofrimento, ocorreu simultaneamente ao seu encontro com teólogos que preparavam a renovação litúrgica promovida pelo Concílio Vaticano II; desse modo, ela pôde ver iluminado o seu sofrimento à luz do Mistério Pascal da morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Em Barcelona, teve a oportunidade de conhecer o padre Pedro Farnés Scherer, liturgista espanhol que lecionava liturgia e estava profundamente envolvido com todo o processo de renovação litúrgica. Carmen frequentou suas aulas.

Em 28 de agosto de 1962, Carmen tem que deixar o Instituto das Missionárias de Cristo Jesus. À luz das lições do padre Farnés sobre o Mistério Pascal, viverá este tempo como um chamado do Senhor para oferecer o seu Isaac: a vocação para a missão que sente desde a sua juventude. Este acontecimento em sua vida a tornará muito sensível ao que o Concílio está oferecendo à Igreja por meio da Constituição Sacrosanctum concilium, uma riqueza que Carmen aportará ao Caminho com a sua catequese sobre o Mistério Pascal e a Eucaristia.

Carmen, junto com as outras companheiras que deixaram o Instituto das Irmãs Missionárias, vai morar em Casas Antúnez, um bairro operário de Barcelona, e trabalha em uma fábrica pensando que algum dia poderá anunciar Jesus Cristo às operárias… Mas esse dia nunca chega, por isso, junto com suas companheiras, pensa em ir para as missões entre os mineiros da Bolívia.

Mas antes de partir para a missão, seguindo o exemplo de tantos santos, decide peregrinar à Terra Santa, atrás das pegadas da Palavra de Deus, proclamando-a nos lugares onde ela se cumpriu. Aqui as Escrituras se abrem para ela de um modo surpreendente, e ela vê como, para a renovação da Igreja, é necessário voltar às origens da comunidade cristã e às raízes judaicas do cristianismo. Esta experiência existencial permitirá a Carmen acolher com especial atenção e riqueza a Constituição conciliar Dei Verbum, para transmiti-la depois, com Kiko, ao Caminho. Em 7 de agosto daquele ano, 1963, parte de navio de Marselha com destino a Israel.

Em 5 de janeiro de 1964, durante a visita do Papa Paulo VI à Palestina, Carmen está presente à sua passagem por Nazaré. Ali conhece o Padre Gauthier, fundador da família religiosa ‘Os companheiros e companheiras de Jesus carpinteiro’, onde homens e mulheres podem viver uma vida religiosa em comum. Isto lhe ilumina uma nova forma de viver a vida religiosa.

Em 5 de julho de 1964, Carmen regressa a Barcelona pensando em encontrar as suas companheiras, mas estas se encontram em Madri. Em 12 de julho viaja a Madri para reunir-se com a sua família e companheiras e preparar a missão na Bolívia. Em 15 de julho, a sua irmã Pilar Hernández lhe falou de Kiko Argüello e do que ele está fazendo com os pobres. Em setembro, entra em contato com Kiko Argüello, que em novembro decide ir morar entre os barracos de Palomeras Altas; ali, em 1965, vai se formando uma pequena comunidade entre os pobres. Carmen conhece esta comunidade e fica surpreendida ao ver que estes pobres têm interesse em conhecer Jesus Cristo. Carmen começa a frequentar a comunidade e decide ir morar ali perto.

Em 28 de agosto de 1965, a Guarda Civil começa a demolir os barracos de Palomeras, começando pelo de Carmen. Kiko consegue convencer o arcebispo de Madri, Dom Casimiro Morcillo, a ir ajudá-los e interromper a demolição. O arcebispo, que tinha acabado de ser secretário do Concilio Vaticano II, encontra-se com a comunidade que ali havia se formado, abençoa-a e os convida a levar esta experiência para as paróquias de Madri. Este fato ajuda Carmen a decidir não partir para a Bolívia, mas unir-se a Kiko na obra de evangelização. E aqui, entre os pobres de Palomeras, onde Carmen vê nascer uma ‘comunidade cristã’, ilumina-se para ela a outra Constituição conciliar, Lumen gentium: o mistério da Igreja que se faz presente na história através de uma comunidade de irmãos e irmãs diferentes em idade, cultura, condição social…

Surpreende-nos ver como a vida de Carmen, os traços que constituem a sua trama, estão como que encadeados às Constituições conciliares: Deus a preparou para acolher o conteúdo destes textos (Mistério Pascal, Palavra de Deus, Igreja/comunidade) através dos fatos da sua própria história: a saída do Instituto, a peregrinação a Israel seguindo as pegadas da Palavra de Deus, a comunidade dos barracos), de modo que pudessem se tornar a pauta e o conteúdo das catequeses que, junto com Kiko, deram forma a uma modalidade de Iniciação Cristã, recuperando e adaptando para os dias de hoje a práxis do antigo catecumenato, tal como solicitava o próprio Concílio: ‘Restaure-se o catecumenato de adultos, dividido em distintas etapas…, estabelecido para a conveniente instrução…’ (SC 64). É o ‘tripé’ — Palavra, Liturgia, Comunidade — que está na base do Caminho Neocatecumenal.

Em 1966, Kiko e Carmen começam a dar catequeses em uma paróquia de Madri e, em 1967, em San Frontis (Zamora). Em 26 de março, celebram a sua primeira Vigília Pascal em Fuentes (Segóvia). Em novembro, iniciam as catequeses em Ávila e conhecem Dom Dino Torreggiani, que os convida a ir para Roma.

Em junho de 1968, Kiko e Carmen viajaram para Roma. Kiko foi morar no Borghetto Latino e Carmen com as Irmãs de Santa Brígida. Dom Dino os leva para visitar o Santuário de Pompeia para colocar a sua obra sob a proteção da Virgem. Eles visitam alguns párocos em Roma, que não mostram nenhum interesse, mas, através de uns jovens que trabalham entre os barracos do Borghetto, entram em contato com a paróquia deles, a dos Santos Mártires Canadenses. Acompanhados pelo padre Francesco Cuppini, de Bolonha, como presbítero da equipe, entre setembro e novembro de 1968 dão as catequeses e nasce a primeira comunidade dos Mártires Canadenses em Roma.

No final de novembro estão em Lisboa, na paróquia da Penha de França, para as primeiras catequeses em Portugal. Depois, continua um incansável trabalho de evangelização na Espanha, Itália e França.

Em julho de 1971, o padre Francesco Cuppini regressa à sua diocese de Bolonha e o jovem sacerdote de Ávila, Jesús Blázquez, o substitui como presbítero da equipe na Espanha. O padre Mario Pezzi é convidado a acompanhar Kiko e Carmen durante os períodos de evangelização na Itália até 1982, quando é chamado para fazer parte da equipe responsável pelo Caminho Neocatecumenal até os dias de hoje.

Muitos acontecimentos da biografia de Carmen se conjugam agora com o desenvolvimento e a história do Caminho.

Para Carmen só importa cumprir a vontade de Deus, e isso lhe dá essa liberdade de espírito e valentia que são próprias das grandes pessoas na Igreja. Estava dotada de uma inteligência e de uma capacidade de trabalho pouco comuns, e recebeu uma formação científica e teológica providencial para a missão à qual o Senhor a chamava, junto com Kiko Argüello: o Caminho Neocatecumenal. Estudiosa das Sagradas Escrituras, da Igreja primitiva, das origens do cristianismo, das raízes judaicas do cristianismo e das tradições do povo judeu, em suas catequeses sabia unir magistralmente o Antigo e o Novo Testamento; era também uma grande conhecedora da História e do Magistério da Igreja. Entusiasta do Concílio Vaticano II, especialmente da Lumen gentium, da Dei Verbum e da Sacrosanctum concilium, com o redescobrimento do Mistério Pascal: as Constituições do Concílio que estão na base da renovação que o Caminho, como itinerário de iniciação cristã, está aportando à Igreja.

Carmen verdadeiramente percorreu o mundo anunciando o Evangelho, contribuindo, junto com Kiko Argüello, para suscitar centenas de vocações ao sacerdócio, à vida religiosa e à vida missionária, envolvendo também famílias inteiras. Pregou o Evangelho a milhares de jovens que a aclamavam com entusiasmo, já que sempre teve para eles uma palavra verdadeira e radical, sem temor de ir contra a corrente. Com valentia falava do aborto, do valor da maternidade, dos falsos feminismos, da destruição da família…, mas, sobretudo, sobre o amor de Deus manifestado em Jesus Cristo, por quem sempre esteve apaixonada, como se transluz em sua pregação e em seus escritos íntimos. Manteve um vínculo especial de amizade com São João Paulo II. O grande amor que nutriu pelos Papas e pela Igreja, e sobretudo a profundidade e originalidade de suas catequeses, fazem com que se possa considerar Carmen Hernández como uma das mulheres mais importantes da Igreja Católica do século XX.

Em 16 de maio de 2015 recebe, junto com Kiko, o Doutorado honoris causa em Teologia da Catholic University of America (CUA). A Universidade quis conferir este doutorado por sua dedicação aos pobres, a qual levou muitos deles à comunhão com Cristo na fé católica. Deve-se reconhecer a Carmen a sua inestimável contribuição para a formação da síntese teológico-catequética do Caminho Neocatecumenal: o seu profundo conhecimento das Sagradas Escrituras e do mundo judaico, o seu contato com toda a renovação conciliar, especialmente através do Padre Farnés, o seu conhecimento do catecumenado antigo e da história da Igreja tornaram possível, junto com Kiko, o itinerário da Iniciação Cristã na Igreja atual.

Os escritos íntimos publicados após a sua morte, extraídos dos seus diários, nos revelaram uma Carmen afligida por grandes sofrimentos espirituais, que frequentemente vivia em uma ‘noite escura’ em meio a inúmeras viagens e uma incessante atividade missionária. A estes padecimentos, a partir da sua queda na Catedral de Seul (2010), vão somar-se outros diversos sofrimentos até o seu falecimento. Apesar de tudo, não abandonou a evangelização, junto a Kiko e ao padre Mario, até o fim. A sua última viagem foi à sua amada Terra Santa, quatro meses antes de morrer, para acompanhar Kiko durante o encontro de bispos na Domus Galilaeae (Israel) na Semana in Albis de 2016.

Em 19 de julho de 2016, às 16h45, Carmen Hernández é chamada à presença de Deus, com a idade de 85 anos, e em 21 de julho celebram-se os seus solenes funerais na Catedral da Almudena, presididos pelo então Arcebispo de Madri, o cardeal Carlos Osoro, acompanhado pelos cardeais Stanisław Ryłko, Antonio María Rouco, Ricardo Blázquez, Carlos Amigo e pelo núncio apostólico da Espanha, Monsenhor Renzo Fratini, que leu uma mensagem do Papa Francisco: “Recebi com emoção a notícia da morte da Sra. Carmen Hernández, depois de uma longa existência marcada pelo seu amor a Jesus Cristo e por um grande entusiasmo missionário… Dou graças a Deus pelo testemunho desta mulher, animada por um sincero amor à Igreja, que gastou a sua vida no anúncio da Boa Nova…”. Em sua intervenção, o padre Mario comentou: “Penso que os historiadores aprofundarão este fato: a fundação de uma realidade eclesial realizada por um homem e uma mulher que estiveram colaborando constantemente juntos’, e isto durante mais de 50 anos. O rabino Rosenbaum, em sua carta de condolências pela morte de Carmen, escreveu: “Carmen era uma tsaddiqah, uma mulher santa e justa, uma mulher de visão profética e amor sem limites pelos filhos de Deus. Tive o privilégio de conhecê-la e de poder experimentar juntos a Ruah haqqodesh, o espírito de santidade que ela possuía de forma única”. Estas palavras não surpreendem, já que Carmen, desde que em 1963 teve a oportunidade de visitar Israel, professou um grande amor pela Terra Santa e o transmitiu com paixão aos irmãos do Caminho. O funeral de Carmen foi emoldurado por celebrações que se realizaram em numerosas catedrais e igrejas de todo o mundo.

O seu corpo descansa no jardim do Seminário Redemptoris Mater de Madri e é visitado por milhares de pessoas de todo o mundo. A cada ano, em 19 de julho, em memória do seu trânsito para o Céu, milhares de irmãos se reúnem em oração em numerosas paróquias e dioceses de todo o mundo.

Em 4 de dezembro de 2022, o então arcebispo de Madri, o cardeal Carlos Osoro, diante de 50 bispos, abriu a fase diocesana da causa de beatificação e canonização de Carmen Hernández, sendo declarada ‘Serva de Deus’. Em 2 de junho de 2026, o cardeal José Cobo Cano, atual arcebispo de Madri, declara concluída a fase diocesana e transmite todos os documentos ao Dicastério para as Causas dos Santos em Roma.

Ao completar dez anos do seu falecimento, o seu túmulo já foi visitado por mais de 120 mil irmãos procedentes de mais de 100 países. Na causa de canonização já se registraram mais de 15 mil favores e graças, e 60 mil pedidos de intercessão. Pessoas dos cinco continentes solicitam a sua ajuda em uma grande quantidade de ocasiões.

Homenagens em honra a Carmen Hernández

Reconhecimento do Ministério do Turismo de Israel como sinal de gratidão e amizade (Jerusalém, 2004).

Em 27 de maio de 2018, Kiko Argüello apresenta a sinfonia “O sofrimento dos inocentes”, uma celebração sinfônico-catequética na cocatedral de Sória, organizada em honra a Carmen Hernández. O ato foi presidido pelo bispo e contou com a presença das autoridades civis.

Em algumas cidades foram-lhe dedicadas praças e ruas em sua memória: três na Itália, uma na Albânia e outra no Brasil. Em Tudela (Navarra), em 2023, foi colocada uma placa comemorativa na cidade onde Carmen viveu a maior parte da sua infância, e outra, em 2024, no Colégio da Companhia de Maria, onde transcorreram os seus anos de estudo.

Em 2024 foi inaugurada em Jerusalém a “Domus Bethaniae“, um centro de estudos para presbíteros: graças ao amor demonstrado por Carmen em relação à Terra Santa, a casa foi inaugurada na Páscoa e foi colocada sob o patrocínio da Serva de Deus Carmen Hernández.

Livros publicados

– Carmen Hernández Barrera, Diários – 1979-1981, editado por J. Sotil e E. Pasotti, BAC, Madri 2017 (em espanhol, italiano, francês, inglês, polaco, português, croata, coreano, húngaro e russo).

– Carmen Hernández Barrera, A necessidade da oração no pensamento de Pio XII, editado por R. Orozco e A. Carrascosa, De Brouwer, Bilbau 2024 (em espanhol, italiano, português e polaco).

– Aquilino Cayuela, Carmen Hernández – Notas biográficas, BAC, Madri 2021 (em espanhol, italiano, francês, inglês, alemão, holandês, polaco, português, croata e russo).

– Giorgio Ricci, Símbolos judaico-cristãos entre a ciência e a fé. Reflexões com Carmen Hernández, Chirico, Nápoles 2021 (em italiano, espanhol e inglês).

Tradução para o português:

– Francesco G. Voltaggio – Paolo Alfieri, Todas as minhas fontes estão em ti – A serva de Deus Carmen Hernández na Terra Santa, BAC, Madri 2023 (em italiano, espanhol, inglês, português, polaco e árabe).

– Carmen Hernández Saldaña, Sorianas na história, Soria Edita 2023 (com um capítulo dedicado à Serva de Deus Carmen Hernández Barrera).

– Gianfranco Santini, Um Santo por amigo – Sete contos, Tau editrice, Todi (Perugia) 2024.

– Josefina Ramón Berná, Coração indiviso – Missão e virgindade em Carmen Hernández, BAC, Madri 2025 (em espanhol, italiano, português, francês, inglês, alemão, neerlandês, polaco, chinês, checo, romeno, sueco).- Josefina Ramón Berná, Corazón indiviso – Misión y virginidad en Carmen Hernández, BAC, Madrid 2025 (en español, italiano, portugués, francés, inglés, alemán, neerlandés, polaco, chino, checo, rumano, sueco).

– Charlie Metola – Isabel Banderas, A serva de Deus Carmen Hernández – Sua vida e missão em 50 perguntas, BAC, Madri 2025 (em espanhol, italiano, português, polaco, inglês e alemão).

– José Casas – Jorge Borrell. Luz e trevas, bendizei ao Senhor. A serva de Deus Carmen Hernández Barrera em Barcelona (1962-1964). Breve estudo histórico. Desclée De Brouwer, Bilbau 2026.